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Ibama restringe atividades nas ilhas da Estação Tupiniquins

Hotel e Pousada Morada do Sol, de frente para o mar. 

Ibama restringe atividades nas Ilhas da Estação Tupiniquins

Propostas de uso sustentável para o entorno da estação ecológica - formada por ilhas do litoral sul de São Paulo - estão sendo elaboradas em conjunto com ONGs, comunidades e operadores de turismo

São Paulo - Criada pelo governo federal em 1986, a Estação Ecológica dos Tupiniquins - formada por um conjunto de ilhas no litoral sul de São Paulo - é mais uma unidade de conservação que somente agora começa a sair do papel. Para tanto, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) começou a sinalizar e a desenvolver um plano de manejo para as ilhas, utilizadas por turistas e comunidades tradicionais do Vale do Ribeira.

O objetivo, segundo o gerente executivo do Ibama em São Paulo, Wilson Lima, é evitar as atividades predadoras (como a caça submarina) e garantir o uso sustentável dos recursos, em áreas determinadas, para os pescadores tradicionais.

Formada pelas ilhas de Peruíbe, Queimada Pequena e Parcel Noite Escura (em frente ao município de Peruíbe), Cambriú e Castilho (em frente a Cananéia), além da porção aquática em um raio de um quilômetro de cada ilha, a Esec Tupiniquins é de extrema importância para a conservação da biodiversidade. Em suas ilhas, aves marinhas, como atobás, fragatas e espécies raras como o trinta-réis fazem seus ninhos. É ainda área de alimentação e abrigo para toda uma fauna marinha, como a tartaruga verde e leões marinhos. Em seu entorno, residem peixes como o mero, espécie ameaçada de extinção.

Começamos a ocupar a área e marcar presença, pois uma estação ecológica tem um uso ultra restritivo, somente para pesquisa ou visitas monitoradas para educação ambiental. No entanto, as ilhas possuem um uso intenso, tanto de operadores de turismo, para pescar ou acampar, como das comunidades tradicionais, a maioria residente na Ilha do Cardoso, também uma unidade de conservação, disse Lima.

Realizado em parceira com a organização não-governamental Gaia Ambiental e com recursos do Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA), o projeto visa redimensionar as atividades, tendo os usuários como parceiros no processo. Uma das primeira medidas foi conversar com os operadores de turismo e explicar o funcionamento de uma estação ecológica. Foi proibida a descida nas ilhas, a caça submarina, além de fornecidas orientações, como não soltar fogos nas proximidades das ilhas, explica o gerente do Ibama.

Segundo Lima, é comum os turistas levarem fogos e soltar para provocar revoadas de pássaros. Os visitantes acham o espetáculo lindo para fotografar, mas precisam entender que com isso estão destruindo vários ninhos. Além disso, pescar nesses locais é uma covardia, pela quantidade de peixes, disse.

A reação das operadoras, conforme Lima, tem sido bastante tranqüila, pois existem várias áreas na região onde pode haver mergulho, pesca e caça submarina, como a ilha do Bom Abrigo. Na estação ecológica, é possível o turismo contemplativo.

Com as comunidades de pescadores, o trabalho também tem sido produtivo. Não podemos simplesmente proibir a pesca, que é realizada por gerações desses moradores. Além disso, sua atividade não impediu que esses ecossistemas se mantivessem extremamente conservados até hoje. O trabalho é discutir com eles o manejo, definindo áreas de uso para as comunidades e criando áreas de exclusão, explica Wilson.

Segundo o gerente do Ibama, uma das reclamações desses pescadores artesanais é a presença de barcos de pesca profissional, que fazem pesca de arrasto, sem respeitar a legislação. Para resolver o problema, a agência ambiental promete para o próximo ano uma forte operação de fiscalização.

Maura Campanili

 

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