| Ultraleve/Peruibe | de Editorial |
Conheça um pouco da história do ultraleve
Após Santos Dumont, os irmãos Wright e alguns outros provarem ser possível a realização do sonho de voar utilizando ultraleves teve início a história do ultraleve.
Com o progresso os ultraleves foram sendo sucedidos por equipamentos com melhor desempenho até chegarmos ao tempo das aeronaves supersônicas que podem voar até sem piloto, sem emoção e nem romantismo.
Com o objetivo de baratear, simplificar e reencontrar novamente a possibilidade do vôo emoção foi construído, na década de 70 nos Estados Unidos, o PITERODACTILO, que seria oficialmente o primeiro ULM.
Aqui no Brasil, no ano de 1978, no Rio de Janeiro, o piloto Paul Geiser equipou uma Asa Delta com motor. O trem de pouso eram suas próprias pernas.
Passaram-se os anos e em 1981 um grupo de comandantes do Rio de Janeiro, trouxeram dos EUA o WIDHOPER. Era um ULM que vôo no mesmo dia e estes comandantes foram recebendo seus CPDs na ordem sucessiva em que voaram.
Foi criada a partir daí a Microleve, primeiro fabricante de ULM no Brasil, e se localizava no Rio de Janeiro.
A primeira legislação do DAC em 1983 estabelecia as regras para a construção, habilitação e operação de ultraleves. Na época, devido ao primitivismo das aeronaves, o conhecimento teórico exigido era bem reduzido. Mas hoje, com o avanço tecnológico, a performance de vôo desses aparelhos está cada vez mais parecida com os de um piloto privado. Sendo assim e requerido um maior conhecimento teórico.
Visite Peruíbe e voe de ultraleve!





